[Apresentação]
[Cultura & Folclore]
[Acesso Rápido]
 
[Arquivo]
[Principal]



:: Padre Antonio Vieira

:: Rui Vaz de Siqueira
:: Joaquim de Melo e Póvoas
:: Padre Malagrida
:: Frei Cristóvão de Lisboa
:: Inácio da Silva
:: Gomes Freire de Andrade





 
>Blog do Patrimônio
>Brindes
>Busca no Site
>Fale Conosco
>Projetos
>Trapiche
>Mapa do Site
MARQUÊS DE POMBAL


Um dos mais notáveis estadistas europeus do século XVIII, Sebastião José de Carvalho e Melo, 1º Conde de Oeiras e 1º Marquês de Pombal, nasceu em 03 de maio de 1699, filho do capitão de cavalaria e fidalgo da Casa Real, Manuel de Carvalho Ataíde, e de D. Teresa Luísa de Mendonça e Melo.

Passada a primeira juventude, Carvalho e Melo freqüentou a Universidade de Coimbra, mas cedo abandonou o curso de Direito. Ingressou então no exército, que também logo abandonou para dedicar-se ao estudo da história, da política e da religião. Teve uma mocidade despreocupada e, dotado de uma personalidade enérgica, decidida e briosa, além de ser uma figura simpática, fez muitas admiradoras entre as damas de seu tempo.

Casou-se em 16 de janeiro de 1723 com D. Teresa de Noronha e Bourbon, dama da rainha D.Maria de Áustria. Iniciou-se na vida pública por intermédio do tio, Paulo de Carvalho, que o apresentou ao Cardeal Mota, então ministro do Rei D. João V, sendo logo depois admitido como sócio da Academia Real de História Portuguesa. Viajou a serviço para a Inglaterra, já como ministro plenipotenciário, prestando importantes serviços à Coroa. Por conta da competência demonstrada, foi a seguir nomeado pelo governo português para servir de mediador entre as cortes de Viena e Roma, logrando o mais completo êxito em apaziguar os ânimos entre o papa Bento XIV e o imperador Francisco I.

Com o falecimento de D. João V, e a subida ao trono de D. José I, foi nomeado Secretário de Estado dos Negócios da Guerra e Estrangeiro. Teve início aí a sua ascensão definitiva aos círculos mais altos do poder. Em pouco tempo, ofuscou todos os colegas de ministério, adquirindo grande influência como conselheiro do Rei. Admirador confesso de Richelieu, Carvalho de Melo tinha como ideal maior elevar Portugal ao nível das grandes potências européias da época. Para tanto, buscou consolidar o poder de El-Rei e realizar profundas alterações no regime do Estado português. Homem de seu tempo, possuía os preconceitos comuns a alguém de sua classe social, mas, mesmo assim, enxergava longe: sabia que a manutenção do status quo da sociedade dependia do combate aos abusos praticados pelo regime contra o povo. Nesse sentido, remodelou a legislação vigente e não hesitou em lançar mão da força de seu cargo e de toda a sua influência para vencer a resistência dos opositores. Usou largamente o terror e a repressão contra os que lhe atrapalhavam os planos - de certa forma, transformou-se numa espécie bastante perigosa de fanático: aquele que, absolutamente convencido da justiça de sua missão, usa de todos os meios disponíveis para levá-la a cabo.

Na economia, reduziu os direitos sobre o tabaco e simplificou sua cobrança, fazendo mais tarde o mesmo com o açúcar. Outorgou a Feliciano Velho Oldemberg a concessão do comércio da Índia e da China e fundou a Companhia Privilegiada do Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Nesse meio tempo, não descuidou da segurança do Reino: fortaleceu a disciplina no exército e manteve a ordem em Lisboa, cidade que no reinado anterior fora palco de numerosas brigas de rua.

Quando Lisboa foi destruída pelo grande terremoto de 1755, Sebastião de Carvalho mostrou-se à altura da tragédia e comandou a reconstrução da cidade, aproveitando o ensejo para modernizar-lhe o traçado urbano. Nesse ínterim, sufocou com mão de ferro um motim na cidade do Porto. Voltou-se então contra a nobreza, cerceando-lhe privilégios e influência, e contra a Companhia de Jesus, a quem fez expulsar de Portugal e de todas as suas colônias de além-mar. No processo, manobrou para que o jesuíta Gabriel de Malagrida fosse condenado e executado pela Inquisição.

Incansável, reformou ainda toda a educação do Reino, inclusive a prestigiosa Universidade de Coimbra e fundou a Imprensa Nacional de Lisboa. Com o falecimento de El-Rei Dom José I, o poder de Sebastião de Carvalho acabou. Perseguido pelos muitos inimigos e desafetos, retirou-se da vida pública, vindo a falecer em 08 de maio de 1782.

 
Iconografia




NOVIDADES DO SITE
 
Novo Blog

Foi lançado o novo blog do Patrimônio. Mais abrangente, com uma nova linha editorial e novo layout. Clique aqui.
 
Trapiche

A loja do site já está no ar - você já pode adqurir fotos e postais exclusivos
.
 
EM BREVE
 
Central de Notícias

Informação em tempo real numa parceria do Patrimônio com o G1, o maior portal de notícias da América Latina.
 
Site do Burunga

Cruel? Maldosa? E daí? A arte do riso é hilária.
 
Canal Curumim

Um canal com conteúdo todo direcionado para crianças - jogos, diversão, histórias, brindes, piadas e muito mais.
 
+ Projetos
Clique aqui

Principal   |   A Cidade   |   Athína   |   Cultura & Folclore   |   Matérias Especiais
Museu de Imagens   |   Sala de Imprensa   |   Agenda   |   Serviço   |   Novidades
Termos & Condições  |   Política de Privacidade  |  Sobre o Patrimônio |  Anuncie Conosco |  Créditos 
Copyright © Eduardo Abrahão - Todos os direitos reservados